Estão os extraterrestres criando uma raça híbrida ?

Desde que se denunciaram as primeiras experiências de abdução – já lá vão cerca de 40 anos – que os seus responsáveis parecem mostrar um interesse especial pelas características genéticas das suas vitimas! Porquê e para quê?

Ufólogos e cientistas asseguram que os extraterrestres estão criando uma raça híbrida, metade humanos, metade extraterrestres.

Estados Unidos, 1981 – Uma editora americana publica o livro “Missing Time: A Documental Study of UFO Abductions”, de Budd Hopkins - artista plástico nova-iorquino - em parceria com o ufólogo Ted Bloecher e a psicóloga Aphrodite Clamar. O livro narra a investigação realizada em sete casos de abdução.

Na raiz da sua difusão, Hopkins viu-se inundado de centenas de cartas, talvez milhares, de todos os pontos do planeta, informando-o de experiências similares, às que relatava no seu ensaio. Por outros meios: amigos, jornalistas, ufólogos ou colegas de profissão, Hopkins foi recebendo informação de dezenas de casos de abdução... assim decidiu investigá-los!

Nova York, 1985 – Hopkins decide investigar abduções em “full time”, deixando para trás toda a sua vocação artística. Viaja de costa a costa dos EUA, em busca de relatos de abdução. Um deles interessou-o particularmente - uma amiga sua apresentou-o a uma psicoterapeuta casada com um cirurgião, e mãe de dois filhos, que havia sofrido várias experiências de “tempo perdido”. Quando Susan Williams – a abduzida em causa – começou a narrar a história a Hopkins, começou a chorar. Só recordá-la produzia-lhe uma ansiedade inexplicável. As suas recordações eram escassas e muito espaçadas no tempo.

A sua primeira experiência teve lugar em 1949, em Vermont, quando Susan tinha 16 anos. Seguia sozinha no seu carro quando decidiu parar para contemplar uma luz estranha – não recorda nada mais, simplesmente que essa noite havia chegado a sua casa mais tarde que o habitual.

Com a intenção de averiguar se ocorreu algo fora do normal nessa noite, Hopkins submeteu Susan a uma série de regressões hipnóticas. Em transe relatou como se sentiu elevando-se verticalmente sobre o caminho, flutuando no ar. A seguir o que se recorda é encontrar-se numa sala bastante luminosa e, estendida sobre uma mesa – invadida por uma sensação de tranquilidade e relaxação. Junto a ela encontravam-se dois estranhos humanóides que lhe colocaram uns estranhos “clips”, nos lábios da vagina, abrindo-os para introduzir uma sonda fina, de folha dupla, que não lhe produziu dor mas sim incomodidade.

Incontestavelmente, os raptores de Susan procuravam algo no interior do seu aparelho reprodutor. Mas, o quê? Para Hopkins aquele relato não era novidade, em absoluto...um dos casos que já levava vários anos investigando, e que serviu de coluna vertebral para a sua obra “Intrusos” (1), era o de Debra Tomey – conhecida ufológicamente pelo seu pseudónimo, Kathy Davis. Em algumas das suas muitas experiências de abdução, Debra relatou, debaixo de hipnose, como os seus “captores” – de pequena estatura, frágeis, macrocéfalos e com uns grandes, oblíquos e rasgados olhos negros... lhe introduziram uma espécie de agulha pelo pélvis, momento no qual “o meu abdómen começava a inchar como se me estivessem insuflando ar, e por debaixo do umbigo moviam-se coisas".

Os relatos de operações aparentemente ginecológicas vividas por Susan, Debra e mais outro grupo de norte-americanas, foram enviados ao director de obstetrícia e ginecologia de Perth Amboy Hospital de New Jersey, John Burger. As suas conclusões estremeceram Hopkins, aos seus colaboradores e com o tempo a toda a comunidade ufológica: os relatos correspondiam a operações cirúrgicas plenamente credíveis e lógicas! Mas havia mais, o Dr. Burger interpretou os testemunhos das abduzidas como uma extracção de óvulos por um processo muito semelhante ao nosso na produção de bebés proveta!

Poderíamos alongar por muito mais, com outras provas - entre elas o clássico caso Antonio Villas Boas (Brasil) - mas parece de mais interesse para o leitor saber dos casos mais significativos.

Poderia parecer uma hipótese de ficção cientifica, mas não podemos esquecer a existência de testemunhos de milhares de abduzidos para a sua confirmação... abduzidos esses que por nada desejam protagonismo mas sim anonimato, e que em muitos casos são pessoas de reputada qualificação científica e profissional. Vejamos, então (resumidamente) alguns casos realmente interessantes e importantes:

Caso 1: Tracy Knapp, foi vitima de uma experiência de abdução quando contava 20 anos de idade. Recordou como os seus sequestradores lhe extraíram um embrião, e o depositaram no interior de um cilindro metálico e que depois foi introduzido numa caixa grande. Na realidade havia mais caixas, todas dispostas sobre uma parede e cada uma continha um feto similar ao que lhe haviam extraído do seu ventre. Resumindo, uma espécie de incubadora múltipla.  

Região SulCaso 2: Lynn Miller, empregada de mesa de 29 anos - na ocasião da experiência -, viveu uma experiência de abdução em 1985. As sessões de hipnose revelaram, como um ser alto lhe introduziu debaixo do umbigo uma agulha larga, extraindo-lhe, ao que parece um óvulo. Numa posterior experiência, introduziram-lhe algo pela vagina. Pergunta que ocorre (e mentalmente) os seres que ali se encontravam informaram-na do que estavam “implantando”? Possivelmente estavam-lhe introduzindo um embrião no útero, fisicamente, porque pouco tempo depois deu positivo na prova de gravidez.

Semanas mais tarde perdeu “misteriosamente” o seu feto, mas nesse período havia vivido uma experiência de abdução que recordou aterrorizada debaixo de hipnose. Ouviu como telepaticamente um dos captores dizer “está na hora de o tirar”. Do útero extraíram-lhe um feto que foi depositado numa espécie de recipiente com água. Lynn observa como a introduziram numa espécie de incubadora, porquanto tenha tentado em vão resistir aos seus sequestradores.

Caso 3: Anita Davis reviveu debaixo de hipnose como lhe havia sido extraído um embrião. O estranho humanóide que se encontrava com ela, disse-lhe que naquela mesma sala havia mais embriões gerados por ela: «O ser disse-me que seria possível ver todos aqueles em cuja criação eu havia tomado parte, porque os tinha começado a gestar quando tinha apenas onze anos. Na sala vi uma fileira de depósitos que cobriam toda a parede, como aquários. Eram rectangulares. Diria que estavam suspensos, unidos a um lado por um cordão, pelo qual lhes davam comida ou o que fosse. Pareciam quase mortos, mas estavam crescendo!”

Caso 4: Betty Andreasson viveu em 1973 uma experiência de abdução. Dentro de um OVNI foi submetida a um exame físico e, mais tarde conduzida ao interior de um túnel escuro que finalizava ao que parecia noutro mundo. Ali viu imagens de morte e renascimento, e comunicaram-lhe que estava ali para dar testemunho ao mundo. Em outra experiência de abdução – resgatada debaixo de hipnose – recorda como os seres, fisicamente idênticos aos referidos nesta rubrica, extraíram do interior de uma mulher um pequeno feto. A testemunha descreve que os seres taparam a boca e o nariz do feto, inserindo-lhe umas agulhas metálicas nos ouvidos e na parte alta da cabeça. Posteriormente cortaram as pálpebras ao bebé, e  introduziram-no num cilindro com um líquido, como se tratasse de uma incubadora. Os extraterrestres informaram Betty que se viam na obrigação de fazer isto devido à humanidade estar a ficar estéril...

Caso 5: Debra Tomey, de 37 anos de idade, viveu várias experiências de abdução. Debra ficou grávida de forma misteriosa até ... nove ocasiões! O processo foi similar ao dos casos anteriores, mas em 1983 Debra viveu durante a sua experiência o que parecia uma “apresentação”. Os seus captores mostraram-lhe uma menina realmente estranha, formosa - como um anjo - com olhos grandes e azuis e nariz pequeno. O seu cabelo era branco e extremamente fino. A sua cabeça era algo maior do que o normal, e parecia fisicamente frágil Explicaram à abduzida que essa menina era fruto da sua gestação, melhor dizendo, o resultado de um dos fetos que lhe haviam extraído, anteriormente.


Processo de hibridação

David M Jacobs investigou várias dezenas de casos que conduzem a esta hipótese. Para ele este “processo” está a afectar milhares de pessoas, com um cenário muito mais amplo, como dizer, que afecta todo o mundo. Na base dos testemunhos de homens, e especialmente de mulheres, ele expôs como seria – passo a passo – o processo de hibridação:

1.       - Extracção de óvulos e esperma. Normalmente efectua-se por meios mecânicos. Nas mulheres por meio de uma sonda, que penetra na vagina. Nos homens por meio de um aparelho que mediante descargas eléctricas provoca ejaculações.

2.       – Fertilização “in vitro”. Os óvulos são fecundados artificialmente e desenvolvidos por parte dos extraterrestres.

3.       – O óvulo fertilizado é alterado geneticamente.

4.       – O óvulo fertilizado é introduzido no útero. A implantação produz-se quando o feto é minúsculo, porque em muitos casos de abdução as mulheres não perderam a virgindade - nem no implantação, nem na extracção. Somente descrevem debaixo de hipnose, umas finas sondas alargadas...

5.       Após um período – de entre duas a dez semanas – se extrai o feto. As mulheres detectam que permaneceram intactas, mas o feto desapareceu misteriosamente...

6.       A criatura é incubada externamente, e a partir de então, toma um aspecto híbrido, metade humano - metade extraterrestre.

Alguns abduzidos asseguram que voltam a ver a sua descendência anos depois, quando estes devem ter entre os 4 e 5 anos , aproximadamente. Este facto – segundo os cientistas que investigaram os testemunhos dos abduzidos – parece de grande importância. É como se os extraterrestres avaliassem que as mães biológicas deveriam ver a sua descendência. Jacobs – afirmou – «que as raptadas informam que são “fêmeas” as que cuidam dos seus filhos, que estão numa espécie de creches, onde as crianças estão deitados numa cama ou numa espécie de estantes, muitas vezes dentro de umas caixas duras e transparentes. É óbvio que já não são fetos, que têm idade para viver por si mesmos - mas parecem doentes - todavia dão mostras de revitalização quando sentem o contacto de quem, presumivelmente, são os seus pais ou mães...»

Conclusões

Se as aparências não enganam, e o que vemos corresponde à realidade, algo realmente importante está ocorrendo. Essas aparências e o que vemos dizem-nos que uns estranhos visitantes – extraterrestres, ultraterrestres, de outras dimensões... pouco importa – estão, entre outras muitas coisas – experimentando-nos geneticamente! Para alguns, como Hopkins ou Jacob, esta manipulação é terrível para a humanidade e o seu desenvolvimento. Pensam que os visitantes não trazem nada de bom! Segundo Hopkins, os extraterrestres “Estão aqui! embora que não queira crer, sinto-me assustado por isso”. Ainda e, segundo este investigador nova-iorquino, os extraterrestres poderiam estar criando híbridos para se infiltrarem entre a comunidade humana, ou melhor: as suas possibilidades de sobrevivência depende de que sejam capazes de absorver as propriedades químicas e psicológicas recebidas dos sequestros humanos.

O reconhecido psiquiatra e investigador, John Mack, reforça (ainda) esta importante hipótese: “identificar o processo híbrido como uma agressão é uma explicação demasiada simplista, tendo em conta a atitude do sequestrado dentro do processo. Tanto os homens como as mulheres acabam por sentir - apesar da sua fúria - que formam parte e que foram escolhidos para um processo gerador de vida. Para alguns abduzidos esta união serve para recuperar uma irmandade perdida, quebrada quando ambos – extraterrestres e terrestres – foram separados de uma origem comum !”

Talvez não haja que esperar muito tempo para obter respostas. As recentes investigações de David Jacobs, levaram-no a concluir que “ o processo de hibridação finalizará dentro de uns 20 anos; nada poderemos fazer sobre isso, porém sinto-me muito pessimista”

Algo ou alguém está interferindo nas nossas vidas, algo cujo cariz não sabemos se é positivo ou negativo, mas que evidencia uma experimentação genética, a grande escala, com uns fins que suspeitamos não poder determinar. Nem sequer sabemos se são extraterrestres ou não !

Nem muito menos... se o processo em causa é uma gigantesca “representação” da inteligência que se encontra por detrás do fenómeno, com a intenção de nos fazer crer neles.

Nada é rejeitável, nem admissível ao mesmo tempo!

Esse é o grande paradoxo do fenómeno OVNI

 

(1)– “Intrusos - Um Estudo sobre o Rapto de Pessoas por Alienígenas”  Hopkins-Budd, 1993, Record, Rio de Janeiro